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09/08/2018 - 13h13
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Bancários de MT entram em estado de greve

Fonte: Redação
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Foto: ARQUIVO NEWS CUIABÁ

Os bancários de Mato Grosso decidiram na noite desta quarta-feira(08) em Assembleia da categoria que vão entrar em estado de greve nos próximos dias, visto que a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), foi rejeitada por unanimidade.

Segundo o Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb-MT), eles querem reajuste salarial, sendo 5% de aumento real, com inflação projetada de 3,87, piso salário de R$ 3.747,10, vales alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá – salário mínimo nacional (R$ 954): Inclusive nos períodos de licença-maternidade, paternidade e adoção, férias e nos afastamentos por doença de qualquer natureza ou acidente de trabalho.

Melhores condições de trabalho nas agências digitais, auxílio-educação e segurança para os funcionários também são exigidos, já que nos últimos dias, diversas agências do estado têm sido alvo de grupos especializados em assaltos a banco, além de manter funcionários e clientes como reféns.

Os banqueiros oferecem zero de aumento real. Uma nova reunião está marcada com os bancos na sexta-feira da semana que vem, dia 17 de agosto.

Os bancários ainda vão participar no Dia do Basta que será nesta sexta-feira(10) convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais, com ato público e a concentração, a partir das 16 h, na Praça Ipiranga.

Veja as reivindicações:
• Reajuste Salarial - 5% de aumento real, com inflação projetada de 3,87 % (até 07/08)
• Piso – Salário mínimo do Dieese (R$ 3.747,10)
• Vales Alimentação, Refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá – Salário Mínimo Nacional (R$ 954): Inclusive nos períodos de licença-maternidade, paternidade e adoção, férias e nos afastamentos por doença de qualquer natureza ou acidente de trabalho.
• 14º salário;
• Fim das metas abusivas e assédio moral – A categoria é submetida a uma pressão abusiva por cumprimento de metas, que tem provocado alto índice de adoecimento dos bancários;
• Emprego – Fim das demissões; ampliação das contratações; fim das novas formas de contratação, criadas a partir da Reforma Trabalhista (autônomo, terceirizado e intermitente e contrato parcial); fim da precarização das condições de trabalho e homologações feitas no Sindicato
• Melhores condições de trabalho nas agências digitais
• Mais segurança nas agências bancárias
• Auxílio-educação
 

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