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08/02/2018 - 07h48
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Investigadores são absolvidos em acusação em ação de improbidade administrativa

Fonte: ASSESSORIA
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Foto: REPRODUÇÃO

Os investigadores da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso RAMOM Costa Sales, Anderson Vieira da Silva, Márcio Zwing Herculano e Rogério Martins Tosta foram absolvidos da acusação de que teriam beneficiado a Sra Ana Maria (acusada) que faria parte de uma quadrilha de traficantes que supostamente teria o apoio dos investigadores da Polícia Civil, incluindo a delegada da Polícia Civil, Anaíde de Barros que foi condenada pelo juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rondonópolis-MT à perda da função pública nos autos da ação civil de improbidade administrativa n. 6667-69.2007.811.0003.

O Ministério Público Estadual (MPE) ofereceu denúncia contra a delegada e mais 14 pessoas, em 2006. Anaíde é acusada da prática dos crimes de peculato, corrupção passiva, incitação ao crime e concurso de pessoas.

Em 2006, a Polícia Federal deflagrou a Operação Overlord com o acompanhamento da Corregedoria da Polícia Civil de Mato Grosso para investigar indícios da prática de crimes de concussão, prevaricação, corrupção ativa e passiva, abuso de autoridade, formação de quadrilha e associação com o tráfico de drogas.

Os agentes da Polícia Civil eram suspeitos de atuar em parceria com uma quadrilha de traficantes em Rondonópolis. Na defesa dos investigadores de polícia, dentre outras teses o advogado de defesa Dr. Carlos Frederick alegou a ausência de justa causa para a ação civil de improbidade administrativa, além da falta de nexo causal entre eventual conduta dos acusados, investigadores de polícia, e os fatos criminosos narrados na petição inicial proposta pelo Ministério Público Estadual. Com relação aos acusados investigadores de polícia a ação foi julgada improcedente mantendo-os nos quadros da corporação.

“Justiça foi feita, meus clientes foram absolvidos corretamente já que não há nexo de causalidade entre eventuais condutas por eles praticadas e a consumação de qualquer ilícito. São inocentes e hoje essa sentença repara um mal muito grave feito em suas vidas pela acusação desprovida de nexo”, ponderou o advogado Carlos Frederick.

Nessa ação também foram absolvidos João Batista Borges Junior, José Messias de Matos, Lúcio Neves da Silva e José Vianei Lopes Torres.

Ainda cabe recurso.


 

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