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08/11/2017 - 19h34
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Servidores de cinco unidades do IFMT vão paralisar nesta sexta-feira

Fonte: Laura Meireles
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Foto: REPRODUÇÃO

Após assembleias, os servidores de cinco unidades do Instituto Federal de Mato Grosso deliberaram pela adesão ao Dia Nacional de Greve Geral na próxima sexta-feira, 10 de novembro.

A decisão foi tomada pelas duas categorias que fazem parte do SINASEFE/MT, tanto professores quanto técnico-administrativos das unidades de Alta Floresta, Bela Vista, Campo Novo do Parecis, Cuiabá e Reitoria vão interromper as atividades para se manifestarem contra os retrocessos e retirada de direitos promovidos pelo governo do presidente Michel Temer. As demais unidades não vão paralisar, porém, seguem fazendo atividade de conscientização com a comunidade interna e externa.

O Dia Nacional de Luta, convocado por centrais sindicais de todo o país, incluindo a CSP-CONLUTAS a qual o SINASEFE é vinculado, tem como objetivo fortalecer e reunir todas as categorias de trabalhadores do Brasil numa grande empreitada contra os cortes orçamentários na Educação, Saúde, Segurança, Ciência e Tecnologia. De acordo com a Direção Nacional do SINASEFE "o orçamento para a educação tecnológica tem caído assustadoramente desde a subida de Temer ao poder. Em 2016 estava na ordem dos R$ 7 bilhões, em 2017, na casa dos 5 bilhões, para o ano que vem, a previsão é que não chegue a 3 bilhões."

Os trabalhadores também vão às ruas se manifestar contra a Reforma Trabalhista, que entra em vigor no próximo sábado (11), e subtrai direitos históricos conquistados pelos trabalhadores brasileiros e fragiliza as relações de trabalho, colocando o empregador em uma posição muito mais vantajosa e opressora em relação ao empregado.

Está em pauta também a Reforma da Previdência, uma vez que a CPI da Previdência no Senado já mostrou que a Seguridade Social no Brasil é superavitária e que o discurso de déficit reproduzido pelo governo é falacioso e induz o brasileiro ao erro.

O Plano de Demissão Voluntária (PDV) e a Medida Provisória 805/17, que congelou os reajustes aos servidores públicos e aumentou de 11% para 14% a contribuição previdenciária, também estão na mira dos protestos. Além disso, os trabalhadores são contra a terceirização irrestrita, entre outros.
 

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