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10/05/2017 - 17h36
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Campanha reforça importância do arquiteto e urbanista na especificação de materiais

Fonte: ASSESSORIA
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Fatores como qualidade, durabilidade e funcionalidade são alguns dos critérios que o arquiteto e urbanista considera na hora de especificar materiais a serem utilizados em um determinado projeto. Além da questão estética, os materiais indicados passam por várias análises para garantir segurança, economia e conforto ao cliente. A especificação de materiais faz parte das atribuições do profissional na hora de transformar em realidade o desejo do cliente e o que ainda está no papel.

Para esclarecer e reforçar esse compromisso do arquiteto e urbanista com a qualidade final de uma proposta, a Comissão de Exercício Profissional (CEP), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso (CAU/MT) está desenvolvendo uma campanha abordando a importância da especificação técnica de materiais. Essa atividade está amparada pela Norma de Desempenho (NBR 15.575), que prevê todos os critérios a serem considerados na especificação de produtos.

Segundo a corodenadora da CEP, conselheira Eliane de Campos Gomes, ao orientar sobre o uso de determinados materiais, o profissional está preocupado com diversos fatores que interagem e influenciam na obra, como conforto acústico, nível de insolação, durabilidade e manutenção, entre outros. Desta forma, evita-se o desperdício de recursos, riscos à segurança e, é claro, descontentamentos com o resultado final. “Faz parte das atribuições do arquiteto e urbanista especificar que tipo de material é mais adequado para determinado projeto. Isso vai conferir segurança ao cliente e ao profissional, pois serão tomados os cuidados necessários para garantir um bom resultado final, registrando também as responsabilidades”, disse.

Atualmente existem inúmeras marcas e modelos de materiais disponíveis no mercado brasileiro da construção e decoração. Sem a orientação adequada de um arquiteto e urbanista, o cliente fica à mercê da lei da oferta e da procura, o que acaba ocasionando desde a descaracterização do projeto até prejuízos econômicos. São exemplos desses problemas, o cliente ter que refazer pisos e aberturas de portas e janelas, pois os materiais comprados não têm a medida correta que foi executada na obra. Ou, ainda, ambientes com excesso de calor (insolação), pois os vidros utilizados não têm a espessura adequada. Também pode ocorrer desperdício de materiais (e recursos), principalmente em aquisições mal feitas de pisos e revestimentos.

A especificação de materiais acontece tanto no início do projeto, quanto na fase final. Nessa tarefa, o arquiteto e urbanista precisa estar atualizado e acompanhar as inovações tecnológicas, interagindo com o fornecedor em busca do produto mais adequado para cada projeto.
 

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