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04/12/2017 - 18h16
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Empresários apontam o gigantismo do Estado como entrave para o crescimento

Fonte: fabio monteiro
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Foto: REPRODUÇÃO

O presidente do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE-MT) Pedro Neves foi um dos palestrantes do 3º Ciclo de Palestras Pela Liberdade, realizado pelo Instituto Caminho da Liberdade (ICL), no sábado (02), no auditório da Oncomed, em Cuiabá. Neves falou sobre o tema “Por que não prosperamos”, apontando os gargalos para o crescimento econômico do Brasil no último século.

Além de Pedro Neves, o 3º Ciclo de Palestras Pela Liberdade teve como palestrantes o sociólogo e professor Joel Paese, que falou sobre “A estruturação moral do desemprego”, e o publicitário Gabriel Prado Barros, cuja a palestra teve como tema “Entraves e alternativas no empreendedorismo internacional”.

O assunto em foco foi o gigantismo do Estado brasileiro e suas consequências negativas para o desenvolvimento econômico do país. O excesso de impostos e a burocracia foram apontados como os principais motivos para o entrave na geração e expansão de negócios e a geração de empregos.

Pedro Neves fez um comparativo do desenvolvimento do Brasil com países como Estados Unidos e China nos últimos 70 anos. Embora, nesse período, o Brasil tenha saído da condição de país pobre para de renda média, o PIB (Produto Interno Bruto) não mudou de 1950 para cá em relação ao PIB americano. Passados 67 anos, o PIB brasileiro continua sendo apenas 1/6 do PIB dos EUA.

Também destacou a alta carga tributária brasileira, que hoje é de 37%, em comparação com países como Chile (23%) e México (10%).

Para Neves, além do Estado mínimo, o fator preponderante para fazer com que países como EUA, Alemanha, China e Coreia do Sul sejam os mais ricos do mundo é o investimento em pesquisa e tecnologia, algo que no Brasil praticamente não existe. O país investe apenas 1% do PIB em pesquisa e tecnologia.

“Um dos maiores entraves ao crescimento do Brasil é o gigantismo do Estado. Temos um Estado hipertrofiado. Excesso de tributos, excesso de servidores públicos, muitos ganhando salários altíssimos, um Estado escancarado em privilégios. O Estado não é o fim, é o meio, mas no Brasil isto está invertido, o Estado é o fim”, declara o presidente do LIDE.

O ICL

Criado em 2015, sem fins lucrativos, o Instituto Caminho da Liberdade (ICL) nasceu do sentimento de insatisfação de alguns jovens em relação à penosa condição ética, moral, política e econômica então vivida pelo país, somada a indignação à consciência de que o quadro não mudaria se as pessoas não se unissem e batalhassem por melhoras efetivas e perenes.


Norteados por princípios como o direito à vida humana desde a concepção, direito à propriedade privada, fomento ao empreendedorismo e iniciativa privada, redução do gigantismo estatal, redução da carga tributária, direito à legítima defesa, garantia da liberdade de pensamento, de expressão e de imprensa entre outros, o ICL-MT passou a organizar, desde então, ciclos de palestras, debates e divulgação de textos para difundir tais ideais.

 

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