NEWS CUIABÁ
Últimas Notícias Mato Grosso Política Artigos Esportes Economia Variedades Meio Ambiente Brasil Mundo

/ Artigos

08/06/2018 - 08h27
Imprimir

O papel do casal na Constelação Familiar

Fonte: Eluise Dorileo
A+ A-

Toda família começa com um casal que decide construir algo junto. Aceitar a imperfeição do outro se torna um desafio para os parceiros e, a longo prazo, a construção da vida a dois é feita de maneira saudável e com a participação e crescimento de ambos.

 

Para que um relacionamento dê certo, a energia feminina e a masculina devem ser respeitadas. E a igualdade no relacionamento a dois vem do equilíbrio entre o dar e o receber. Cada um deve fazer o que lhe cabe, conforme explica o alemão Bert Hellinger criador da Constelação Familiar.

 

Esse método terapêutico mostra que é por meio da percepção e possibilidade de se visualizar, em uma dinâmica, o funcionamento do nosso sistema familiar e o modo como isso atua, de maneira inconsciente, na nossa vida.

 

Na Constelação Familiar é possível visualizar que quando uma relação entra em crise, na verdade ela só está expondo os problemas sistêmicos encubados da nossa família e de outros relacionamentos que ficaram para trás, emaranhados que já existiam antes mesmo do casal se conhecer. Trazemos conosco tendências de emoções, pensamentos e comportamentos hereditários, e estas tendências ficam latentes, esperando só o momento para se manifestar.

 

Essas coisas ocultas que trazemos conosco, têm uma influência direta na relação de casal, e a solução, se torna possível quando esses emaranhamentos são reconhecidos e dissolvidos através de uma constelação, por exemplo.

 

É imprescindível reconhecer a aceitação do afeto experimentado em relações anteriores: um novo amor só poderá ser bem-sucedido se houver o reconhecimento de tudo o que nos foi dado pelos demais relacionamentos. A primeira relação amorosa tem influência sobre todas as outras que vierem após. E se houver rejeição consciente ou inconsciente de amores passados bloqueia a força de um novo amor. Se aceitar o que viveu, com respeito aos antigos parceiros, as próximas relações poderão ser mais enriquecedoras do que se você for vivê-las como se fosse a primeira.

 

Desfeitos os emaranhados é possível viver uma relação duradoura.

 

Bora viver!

 

Eluise Dorileo é psicóloga,terapeuta familiar com especialização em Constelação Familiar.

Email: eluiseguedes@hotmail.com

 

  Últimas

08/06/2018 - 08h27
A mudança na política começa no eleitor
08/06/2018 - 08h27
Governança Familiar e longevidade nos negócios
08/06/2018 - 08h27
Conheça as mudanças do Plano Safra 2018 e 2019
08/06/2018 - 08h27
20 anos atrás, 20 na frente
08/06/2018 - 08h27
Maria da Penha
© 2011 - Todos os direitos resevados a News Cuiabá
Fale conosco: contato@newscuiaba.com.br
JobDigital