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17/04/2018 - 08h21
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Presidente do MT Saúde promete detalhar finanças

Fonte: teo meneses
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Foto: REPRODUÇÃO

O novo presidente do MT Saúde, Basílio Bezerra dos Santos, prometeu divulgar nos próximos dias um relatório detalhado da situação financeira do instituto que tem sofrido com a redução de atendimento a usuários e orçamento deficitário. A revelação foi feita nesta segunda-feira (16), durante audiência pública requerida pelo professor e deputado Allan Kardec (PDT).

Basílio assumiu o MT Saúde na semana passada e, por isso, pediu 15 dias para apresentar publicamente dados sobre a situação financeira da entidade. Espera, depois disso, mais 45 dias para apresentar um plano de gestão que visa garantir a continuidade da caixa assistencial de forma superavitária.

A solicitação do cronograma foi um dos encaminhamentos apresentados por Allan ao fim da audiência pública que contou com a participação de servidores públicos de diversas áreas do Estado. O parlamentar também pediu a criação de uma ouvidoria para colher sugestões e críticas de usuários, bem como a qualificação do quadro de servidores, autonomia financeira sem depender do repasse da conta única do Executivo e um boletim periódico para informar a sociedade.

“Como servidor público e professor da rede estadual, minha família é usuária do MT Saúde. Queremos vê-lo fortalecido e sem riscos de extinção. O que não podemos é ter os descontos diretos na folha, os hospitais reclamando de falta de pagamento e as pessoas sem atendimento. Por isso, pedimos essa discussão”, afirmou Allan, que deve solicitar na sessão plenária desta terça-feira (17) um cronograma do governo para pagamento de aproximadamente R$ 27 milhões que o Executivo tem a pagar ao instituto.

O MT Saúde foi criado em 2003 e arrecada mensalmente R$ 5,5 milhões através de contribuição de servidores e dependentes. O governo deveria pagar em contrapartida cerca de R$ 4 milhões, o que seria suficiente para manter o superávit, mas mensalmente vem repassando apenas R$ 1,5 milhão. Isso gera um déficit que chega a R$ 2 milhões em alguns meses.

“A gente não vai descansar enquanto não chegar a uma solução, pois o MT Saúde é um patrimônio dos servidores públicos e de Mato Grosso”, completou Basílio. Além de apenas dois hospitais continuarem atendendo em Cuiabá e Várzea Grande, o instituto viu o número de adesão cair de 60 mil para 25 mil pessoas nos últimos anos.

“O MT Saúde atendeu muito bem a gente por 9 ou 10 anos. Era um orgulho apresentar a carteirinha, mas nos últimos anos tivemos notícias de desvios e agora temos essa solução que precisa ser solucionada. É uma lástima”, afirma Oscarlino Alves, presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde de Mato Grosso (Sisma). 

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