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16/04/2018 - 13h35
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Deputado Nilson Leitão cobra posição do governo em relação à situação da Saúde

Fonte: ASSESSORIA
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Foto: REPRODUÇÃO

Na última quinta-feira (12), os deputados Nilson Leitão (PSDB), Guilherme Maluf (PSDB) e Dilmar Dal’Bosco (DEM), estiveram no Palácio Paiaguás para uma conversa com o governador Pedro Taques a respeito da Saúde em Mato Grosso, com especial atenção aos problemas enfrentados em Sinop.

O parlamentar levou a preocupação com a diminuição do número de atendimentos no Hospital Regional de Sinop que está com a metade dos leitos ociosos, além do corte e atraso nos repasses ao Hospital Santo Antônio, o único do município que é credenciado para atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O hospital reclama repasses que somam pelo menos R$ 16 milhões, sendo R$ 6 milhões de atendimentos administrativos, ou seja, feitos à parte do contrato, de forma emergencial, e o pagamento dos meses de agosto, novembro e dezembro de 2017 e janeiro, fevereiro e março de 2018, cujo valor mensal é de R$ 1,7 milhão. Segundo o hospital, até mesmo recurso federal não tem sido repassado. O governo, através da secretária de Saúde, contesta o valor, inclusive pela judicialização da cobrança.

O governador ouviu os argumentos e se comprometeu em dar uma resposta.

Nilson Leitão lembrou que nem mesmo os recursos conseguidos pela bancada, foram capazes de diminuir o problema. “Mesmo com a ajuda da bancada que conseguiu o repasse de R$ 110 milhões em emendas, ainda estamos vivendo um problema sério na Saúde, em especial na média e alta complexidade. Tem que resolver a saúde e tem que resolver de verdade”, cobrou o parlamentar.

Em janeiro a direção do hospital comunicou o governo da possibilidade de paralisar o atendimento devido ao atraso nos repasses. O imbróglio financeiro se arrasta há meses sem solução, ocasionando atraso no pagamento de salários de médicos e funcionários, além dos compromissos com fornecedores.

Serviços como tratamento de câncer e hemodiálise, conseguidos ainda na gestão de Nilson Leitão como prefeito, e a obstetrícia (partos), podem ser paralisados nos próximos dias se não houver resposta do governo. Médicos e a direção do hospital se reúnem nesta segunda-feira (16). 

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